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Brasil passa fácil

Por Guilherme Marçal

Seleção de Dunga goleia chilenos e pega Laranja Mecânica nas quartas


O Brasil se garantiu nas quartas-de-final ao derrotar o Chile, nessa noite, em Joanesburgo. O resultado eliminou a equipe de Marcelo Bielsa, que fazia ótima campanha, até esbarrar, pela sexta vez consecutiva, nos pentacampeões mundiais. Ao Brasil, resta agora o confronto diante dos holandeses para seguir na busca pela sexta estrela.

A partida, desde o início, foi de domínio total do Brasil. Aos 8 minutos, num lance que raramente veremos novamente em nossas vidas, Gilberto Silva arriscou um chutaço de fora da área e obrigou o goleiro Bravo a fazer linda defesa. Seis minutos mais tarde, Ramires testou o arqueiro chileno num chute potente, mas ele estava bem colocado. Aos 33, no entanto, Bravo se renderia. Maicon cobrou escanteio pela esquerda e Juan testou firme para abrir o placar. E não houve nem tempo para os chilenos sentirem o golpe, pois viria outro em seguida, numa bela trama do trio mais perigoso do Brasil. Robinho encontrou Kaká na intermediária, que deixou Luis Fabiano livre. O artilheiro driblou Bravo e marcou seu terceiro gol na Copa, ampliando o marcador. A vantagem foi administrada até o intervalo.

Na volta para a segunda etapa, o Chile colocou Valdivia em campo, mas nem assim houve mudança na atitude. Logo aos 13, Ramires arrancou pelo meio até chegar na entrada da área, onde a bola sobrou para Robinho pegar de primeira, colocado, no canto de Bravo: 3 a 0. Sete minutos mais tarde, Valdivia protagonizou um dos únicos lances agudos da seleção chilena, ao chutar perto do travessão de Julio César. Aos 28 minutos, Robinho quase marca o quarto, em chute cruzado, mas Bravo fez boa intervenção. No lance seguinte, Suazo exigiu bela defesa de Julio César, talvez a única difícil do goleiro brasileiro em toda a partida. O mesmo Suazo ainda mandaria um chute estranho que pegaria levemente no travessão, assustando os brasileiros, mas a pressão chilena era ineficiente e tardia. O Brasil controlou a partida e soube não se desgatar para o confronto seguinte. A lamentar mesmo, só o segundo cartão recebido por Ramires, que desfalca a seleção contra os holandeses, na sexta-feira. Fora isso, foi uma boa vitória.

Destaque:

Juan

O zagueiro mostrou a segurança de sempre, não cometeu faltas e ainda marcou um belo gol de cabeça. Compõe a melhor zaga do mundo com Lúcio, que também fez ótima partida.

Opinião do torcedor:
Enfim, uma atuação mais convincente da seleção canarinho. A zaga voltou a mostrar toda sua categoria e segurança; o meio-campo teve uma mobilidade boa, com a entrada de Ramires e a boa partida de Daniel Alves; o ataque foi rápido e eficiente. Em suma, a partir do momento que a atuação de Gilberto Silva me agradou, tenha certeza de que, no geral, foi uma boa apresentação.

Escalações:
Brasil: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto SIlva, Ramires, Daniel Alves e Kaká (Kleberson); Robinho (Gilberto) e Luis Fabiano (Nilmar).Técnico: Dunga.

Chile: Bravo, Isla (Millar), Contreras (Rodrigo Tello), Jara e Fuentes; Carmona, Vidal e Beausejour; Sánchez, Suazo e Mark González (Valdivia).Técnico: Marcelo Bielsa.
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Paraguaios avançam

Por Guilherme Marçal

Sul-americanos batem Japão nas penalidades e figuram pela primeira vez entre os oito melhores

Antes do início da partida, já era sabido que um dos dois times faria história na competição. Dessa vez, quem se deu bem foi o Paraguai, que, perfeito nas cobranças de pênalti, eliminou os asiáticos e estreará nas quartas-de-final de uma Copa contra a temida Espanha, que bateu Portugal no jogo do mesmo dia.

Naquela que foi considerada a pior partida das oitavas-de-final, o primeiro tempo só foi ter um lance de perigo aos 20 minutos de partida. Lucas Barrios penetrou pela ponta esquerda e chutou em cima do goleiro Kawashima. No lance seguinte, Matsui respondeu para os asiáticos num lindo chute de fora da área que explodiu no travessão de Villar. Seis minutos depois, Santa Cruz perdeu boa chance da marca do pênalti, numa bola que sobrou após um córner. Aos 39, Honda chutou sem perigo, na última jogada que merece ser levada em conta da primeira etapa.

A segunda etapa não mostrou melhoras significativas de nenhum dos dois lados. Muito pelo contrário, parecia que nenhum dos dois objetivava as quartas-de-final. Aos 13, Riveros cabeceou nas mãos de Kawashima, em cruzamento de Morel Rodriguez. Três minutos depois, Tanaka cabeceou perto do poste de Villar, no que foi o último lance de perigo do tempo regulamentar.

Na prorrogação, o jogo ganhou contornos dramáticos, pois as duas equipes resolveram acordar. O Japão chegou com Honda e Nakamura em chutes de longa distância. Valdez, utilizando o corpo, girou diante da zaga japonesa e quase abriu o placar para os paraguaios. Barreto perdeu outra excelente chance ao chutar fraco da entrada da pequena área, ainda na primeira parte da prorrogação. A segunda etapa extra mostrou dois times mais cautelosos e temerosos em levar o gol. Por isso, eram inevitáveis as penalidades.

Finalmente, depois de 120 minutos sem bola na rede, pudemos ver gols. O Paraguai foi perfeito, cobrou os 5 pênaltis com 100% de aproveitamento. O Japão desperdiçou uma cobrança com Komano, numa bomba no travessão, e deu adeus ao Mundial. Festa paraguaia, ainda que saibamos que a Espanha será a franca favorita.

Destaque:

Lucas Barrios

O argentino naturalizado paraguaio foi eleito o craque do jogo, mesmo sem ser brilhante. É rápido e perigoso no ataque e comandou o time sul-americano. Marcou ainda um gol de pênalti na histórica vitória paraguaia.

Escalações:

Paraguai: Villar; Bonet, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodriguez; Ortigoza (Barreto), Vera, Riveros e Benitez (Valdez); Lucas Barrios e Santa Cruz (Cardozo).Técnico: Gerardo Martino.

Japão: Kawashima, Komano, Nakazawa, Túlio Tanaka e Nagatomo; Abe (Nakamura), Matsui (Okazaki), Endo, Hasebe; Okubo (Tamada) e Honda.Técnico: Takeshi Okada.
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A ver navios...

Por Pedro Daniel M. Campos

Em clássico Ibérico, Espanha vence Portugal e se classifica para as Quartas de Final

Para infelicidade deste que aqui vos fala, a Espanha venceu Portugal por 1 a 0 pelo último jogo das oitavas de final, esta terça. Com a vitória, "la Furia" vai enfrentar o Paraguai nas quartas.
Apesar de ter vencido, nenhuma das seleções jogou aquilo que pode ser considerado um bom futebol. Foi a Espanha que começou atacando. Já na primeira jogada Torres recebeu a bola na linha de fundo, limpou o marcador e chutou de fora da área, obrigando Eduardo a fazer uma boa defesa. 2 minutos depois, foi a vez de Villa fazer o mesmo que o seu companheiro de ataque e, mais uma vez, o goleiro português teve que fazer boa defesa. Villa e Torres alternaram várias chances de gol até aos 19 minutos, quando portugal chegou pela primeira vez com perigo. Meireles tocou para Tiago que chutou de fora, o goleiro Casillas espalmou para o alto e, na sobra, Hugo Almeida tentou cabecear para dentro do gol. O gleiroo espanhol então mostrou que não era mero espectador naquela partida, como vinha sendo até essa chance. Aos 27 Cristiano Ronaldo cobrou uma falta e Casillas não conseguiu segurar mas a defesa espanhola protegeu.
Resumidamente, este foi o primeiro tempo.

Aos 6 minutos, a primeira chance de Portugal nesse segundo tempo. Em contra ataque, Hugo Almeida partiu pela esquerda, tentou cruzar para Cristiano Ronaldo no meio mas a bola resvalou em Capdevilla e passou pertissimo da trave espanhola.
Aos 14, Sergio Ramos cruzou dentro da area e Llorente, que havia entrado no lugar de Fernando Torres, tentou um peixinho brilhantemente defendido por Eduardo. A Espanha cresceu com a entrada de Llorente e as 15m Villa chutou de fora e a bola passou perto do gol. no minuto seguinte, após troca de passes de vários jogadores espanhóis, Llorente tocou pra Villa que havia invadido na esquerda e este chutou. o goleiro ainda aliviou o primeiro chute mas, no rebote, Villa abriu o placar para a Espanha. 4º gol dele, igualando-se a Higuain e a Vittek (já eliminado da copa) na artilharia. Só para constar, Villa estava impedido, mas o lance não entre para os erros de arbitragem das oitavas de final; um impedimento difícil de ver ao olho humano.
Se Portugal já tinha perdido o domínio do jogo antes do gol, agora só a Espanha atacava. Sergio Ramos aos 24 invadiu pela direita e, sem marcação, chutou cruzado para Eduardo ter que espalmar. Aos 31, villa recebeu de fora e deu um chutaço para (adivinhem?) Eduardo ter que espalmar mais uma vez.
No fim do jogo, Ricardo Costa, jogando improvisado pela lateral direita, recebeu o cartão vermelho após entrada violenta. Já não havia mais esperança para Portugal.
1 a 0, péssima atuação e eliminação lusa. A Espanha por sua vez, volta as quartas de final depois de 2002, onde perdeu para a anfitriã Coreia do Sul.

Destaque:

Eduardo












Como já devem ter reparado, o goleiro português foi o destaque do jogo, caso contrário teríamos um placar bem mais elástico a favor da Espanha.


Opinião do torcedor:

Portugal jogou mal e a Espanha também. A diferença é que Portugal jogou pior. Nesse ponto da matéria não me cabe discutir a seleção espanhola, então vamos ao que interessa:
Cristiano Ronaldo não apareceu no jogo e, quando apareceu, tentou dar um passe frustrado de letra (vale a pena lembrar que Portugal já estava perdendo). A escalação é algo a se questionar; porque Ricardo Costa improvisado se tanto Paulo Ferreira quando Miguel estavam disponíveis no banco? A resposta foi em campo: Portugal dava espaço pela direita e o defesa improvisado como lateral acabou expulso.
Mais uma vez elogio Fabio Coentrão pela excelente copa que fez. Realmente me surpreendeu e foi, sem dúvida, o jogador mais regular, seguido de Raul Meireles.
Se eu queria tentar o goleiro Eduardo, este foi o jogo. Belas defesas que não culminaram num vexame. Belo mundial feito pelo camisa 1 da seleção das Quinas.
De resto, não tenho mais nada a dizer. Minha última opinião do torcedor chegou mais cedo do que eu esperava. Boa sorte aos demais!

Escalações:

Espanha: Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Marchena), Iniesta e Xavi; David Villa e Fernando Torres (Llorente)
Técnico: Vicente del Bosque
Portugal: Eduardo; Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Raul Meireles, Tiago, Danny (Hugo Almeida) e Simão Sabrosa (Liedson); Cristiano Ronaldo
Técnico: Carlos Queiroz
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Prevalecendo o favoritismo


Por Pedro Daniel M. Campos

Holanda vence surpresa da copa e enfrentará o Brasil



A Holanda venceu a Eslováquia nessa segunda pelo placar de 2 a 1. Com o resultado, a "laranja" se classificou para as quartas-de-final, feito não realizado desde 98 quando ficou em quarto lugar, na França. Já a Eslováquia, na sua primeira participação em copas, pode ir feliz para casa dizendo que eliminou a atual campeã do mundial.
A Eslováquia começou atacando até aos 5 minutos com chutes de Hamsik, de fora da área. A Holanda, no minuto seguinte, chegou perigosa com uma cabeçada de Van Persie que passou raspando no travessão. Aos 17, em jogada de contra ataque, Robben, que não havia jogado de titular na copa ainda devido a lesão e que tinha colocado uma bola no travessão frente a Camarões, recebeu, cortou 2 marcadores e chutou rasteiro no canto para abrir o placar. 1 a 0
A partir daí o primeiro tempo foi administrado pela Holanda, tendo chegado com perigo no gol apenas em duas chances com Van Persie: uma com um chute de fora aos 40 e aos 43 após cruzamento de Van Bommel pra dentro da área.


Aos 4 minutos do segundo tempo, quase que Robben faz o segundo dele. Em jogada idêntica á do primeiro gol, o meia bateu cruzado e a bola passou perto do travessão do gol eslovaco. Aos 13 van persie mais uma vez teve duas chances de ampliar. uma ao receber a bola após cruzamento e outra ao bater falta, quando, nas duas chances, o goleiro Mucha teve que espalmar a bola.Aos 21 a Eslovaquia montou uma boa jogada. Vitteck recebeu a bola, tocou para Stoch na esquerda,  meia invadiu a área, cortou um amrcador e chutou para o gol. O goleiro Stekelenburg teve que espalmar por cima do gol. 1 minuto depois a Eslováquia quis mostrar que o lance anterior não era um ultimo suspiro. Vitteck recebeu dentro da área e chutou para o goleiro da Holanda ter que espalmar mais uma vez.
Apesar da pressão, aos 38 minutos a Holanda viria desanimar de vez o jogo. Após cobrança rápida de falta, Kyut tirou o goleiro e rolou par ao meio da área onde Sneijder apareceu para fazer o segundo.
Aos 47, para frustração de muitos apostadores de bolão (dentre os quais alguns do nosso), Vitteck recebeu a bola dentro da área e se jogou. o árbitro marcou penalti para a Eslováquia. O próprio Vitteck cobrou para fazer o 4º e ultimo gol dele na copa do mundo. Fim de jogo e Holanda classificada.

Destaque:

 Wesley Sneijder












O Camisa 10 da Holanda fez um passe de 60 metros para Robben no primeiro gol, fez o segundo gol e ainda participou de várias jogadas perigosas da "laranja mecânica".


Escalações:
Holanda: Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder (Huntelaar); Robin van Persie (Affelay), Robben (Elia) e Dirk Kuyt
Técnico: Bert Van Marwijk
Eslováquia: Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik (Jakubko); Vladimir Weiss, Kukca, Stoch e Erik Jendrisek (Kopunek) e Hamsik (Sapara); Vittek
Técnico: Vladimir Weiss

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Hermanos nas quartas

Por Guilherme Marçal

Tevez comanda vitória argentina contra o México; Adversário será a Alemanha

Num bom jogo nessa noite em Joanesburgo, a Argentina conquistou sua classificação para as quartas-de-final, ao bater os mexicanos. O resultado eliminou o México da competição e manteve a escrita de que a seleção norte-americana nunca avança às semi-finais. Aos argentinos, sobrou a pedreira contra a Alemanha, revivendo o confronto da mesma fase da Copa passada. Naquela ocasião, os alemães levaram a melhor. Cabe aos hermanos não repetirem essa história.

Apesar do resultado, o jogo começou com domínio mexicano, e poderia ter sido outro, não fosse o gol em posição ilegal de Higuaín. De cara, Salcido arriscou uma bomba quase do meio-de-campo e surpreendeu ol goleiro Romero, pois a bola foi de encontro ao travessão. No lance seguinte, Guardado manda um chute de trivela e a bola raspa na trave direita. Messi fez boa jogada e tentou responder para os argentinos, mas bateu fraco. Hernández recebeu em boas condições mas pegou torto na bola. O México dominava, mas foi a Argentina que, injustamente, passou à frente do marcador. Messi fez bonita jogada e encontrou Tevez, que chocou com o goleiro Pérez. No rebote, Messi levantou para Tevez, que, sozinho, em impedimento clamoroso, cabeceou para as redes. Esse gol foi fundamental para o andamento da partida, pois desestabilizou os mexicanos. Aos 33, Osorio, numa demonstração de nervosismo com a situação, entregou a bola, na entrada de sua área, nos pés de Higuaín, que entrou com tudo, driblou Pérez e ampliou: 2 a 0. Salcido, sempre perigoso, acertou mais um belo chute no gol, exigindo boa defesa de Romero. Dí Maria perdeu boa oportunidade numa jogada pela esquerda, num momento em que o jogo era lá e cá. Ainda na primeira etapa, Higuaín furaria uma cabeçada de dentro da pequena área. Salcido e Rafa Márquez ainda acharam tempo para testar a segurança de Romero, mas sem sucesso. Fomos para o intervalo com um jogaço.

Na volta para o segundo tempo, a Argentina matou o jogo logo aos sete minutos. Carlitos Tevez fez bela jogada e, da intermediária, acertou um chutaço no ângulo de Pérez, fazendo o terceiro tento para os maiores rivais brasileiros. Sem outra alternativa, o México resolveu apostar suas fichas no ataque. Salcido, para variar, arriscou mais uma pancada de longe e exigiu dos reflexos de Romero. Hernández cabeceou cruzamento para a área a centímetros do travessão. Salcido fez bela jogada pela esquerda e achou Barrera livre. Ele mandou pro gol, mas Heinze apareceu em cima da linha para salvar. Aos 24, no entanto, não haveria o que salvar. Hernández recebeu passe em profundidade, girou rapidamente e soltou a canhota sem chances de defesa para o arqueiro argentino. Na jogada seguinte, Messi, que ainda tenta seu primeiro gol na Copa, fez fila na entrada da grande área e bateu firme, exigindo boa intervenção de Pérez. Ainda não foi dessa vez, Messi. Mas se a Argentina continuar vencendo, isso será certamente minimizado. Que venham as quartas. E, claro, meus cumprimentos aos mexicanos, que fizeram excelente partida hoje.

Destaque:

Carlitos Tevez

Roubou a cena de Messi, marcando 2 gols, um ilegal, outro maravilhoso. Fez ótima partida.

Escalações:

Argentina: Romero, Otamendi, Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez (Pastore) e Di Maria (Jonás Gutiérrez); Messi, Tevez (Verón) e Higuaín. Técnico: Diego Maradona.

México: Perez, Juarez, Rodríguez, Osório e Salcido; Rafa Márquez, Torrado, Guardado (Franco) e Giovani dos Santos; Bautista (Barrera) e Hernández. Técnico: Javier Aguirre.
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Ballack pra quê?

Por Pedro Daniel M. Campos

Alemanha goleia Inglaterra, volta ao futebol bonito da primeira partida e se classifica para as quartas de final


A seleção Alemã voltou a jogar da mesma forma que jogou contra a Austrália no primeiro jogo e goleou a Inglaterra por 4 a 1. Com dia inspirado de principalmente Ozil, Muller e Podolsky, a seleção alemã não teve dificuldade diante do clássico que, inclusive, já marcou uma final de copa do mundo.
A primeira chance foi da Alemanha. Aos 4 minutos, Schweinsteiger lançou Ozil dentro da área que chutou cruzado e James teve que defender com os pés. aos 19 veio o primeiro gol. Após tiro de meta longo cobrado por Neuer, a bola cai na frente da grande área inglesa, onde Klose se antecipa ao zagueiro Upson e rasteira a bola para dentro do gol. O décimo segundo gol do artilheiro em copas, igualando a marca de Pelé.
Aos 24 Barry recebeu e chutou de fora da área. Neuer defendeu facilmente de primeira. Alguns minutos depois, Khedira avança, lança para ozil que deixa Klose de frente para o goleiro mas James defende. No lance seguinte, após cruzamento do capitão Gerrard, Defoe, de cabeça, acerta a trave alemã. Aos 31, em contra ataque, Klose lançou Muller na area, o atacante tocou para Podolsky, sozinho na esquerda, bater por baixo das pernas de James pra fazer o segundo da Alemanha. Os alemães sobravam no jogo; 2 a 0.
A reação da Inglaterra veio logo a seguir. Aos 36 minutos, Gerrard cruzou para dentro da área e Upson, pulando mais que os outros, apenas direcionou a bola para dentro do gol com a cabeça. Na sequência Defoe recebeu, tocou apra lampard que chutou colocado. A bola entrou cerca de 40 cm e voltou a bater no travessão. Enquanto todos comemoravam o gol claro, o juiz Jorge Larrionda invalidou o gol, para desespero dos ingleses. Na sequência Podolsky chutou uma bola muito perto da trave de James, mas o foco ainda era o gol claro invalidado.

Se o gol podia fazer toda a diferença, com a anulação dele a Alemanha tomou ainda mais conta da partida. Aos 6 minutos a Inglaterra esboçou uma reação com uma bola batida no travessão por Lampard e com várias chances pegas por Neuer, mas foi só isso. Aos 21 minutos a Alemanha desmotivou de vez os ingleses. Muller tocou ara Schweinsteiger em contra ataque, ambos correram até a pequena área, onde o meia lançou o atacante que chutou para fazer o terceiro da Alemanha.
Em mais um contra ataque, aos 24m, Ozil correu toda a lateral pelo canto esquerdo, passou por Milner, invadiu a área e, com chances de chutar, tocou para Muller fazer o segundo dele; o quarto da Alemanha. Estava consagrada a goleada.
A Inglaterra ainda tentou com Gerrard mas Neuer espalmou para fora. Fim de jogo. Os ingleses reclamam muito daquele gol invalidado que poderia ter mudado a partida, mas é tarde.

Destaque:
 
Thomas Muller










Apesar de muitos jogadores alemães poderem receber o status de destaque do jogo, como Ozil e Schweinsteiger, Muller recebe pelos dois gols marcados e pela assistência dada a Podolsky no segundo gol. O atacante está provando que pode ser o melhor jogador jovem da copa, ao continuar assim. Talvez seu maior rival seja Ozil, seu companheiro de equipe.

Escalações:

Alemanha: Neuer; Lahm, Mertesacker, Friederich e Boateng; Khedira, Schweinsteiger, Özil (Kiessling), Thomas Müller (Trochowsky) e Podolski; Klose (Gomez).
Técnico: Joachim Low
Inglaterra: James; Glen Johnson (Wright-Phillips), Terry, Upson e Ashley Cole; Gerrard, Lampard, Milner (Joe Cole) e Barry; Defoe (Heskey) e Rooney. 
Técnico: Fabio Capello

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África respira com Gana

Por Guilherme Marçal

Gana vence Estados Unidos e se garante nas oitavas contra Uruguai

O segundo jogo das oitavas-de-final mostrou aquilo que se vê de melhor nos times africanos: raça, persistência e força. Esses ingredientes levaram a seleção de Gana às quartas-de-final da Copa, repetindo o feito dos senegaleses, em 2002. O adversário agora é a Celeste Uruguaia, que hoje derrotou a Coreia do Sul, por 2 a 1. Os Estados Unidos voltam para casa com uma campanha bem razoável na bagagem.

Desde o início, a partida foi eletrizante. Kevin-Prince Boateng, logo aos 5 minutos, colocou os africanos na frente. O meia arrancou com a bola até a entrada da área, cortou para a perna esquerda e bateu firme, entre o goleiro Howard e a trave. Aos 17, Gyan bateu falta com força, exigindo bela defesa do goleiro norte-americano. Aos 34, os Estados Unidos responderam com Findley, que perdeu diante do goleiro Kingson, que fechou bem o ângulo. Na sequência do lance, Dempsey obrigou Kingson a demonstrar sua segurança novamente. Asamoah perdeu oportunidade num ataque rápido de Gana, ao chutar no pés de Howard. Assim terminava o primeiro tempo.

A segunda etapa foi de domínio dos norte-americanos. Feilhaber recebeu belo passe de Altidore e finalizou nas mãos de Kingson, de dentro da pequena área. Aos 15 minutos, Dempsey fez lindo drible, invadiu a área e levou um carrinho de Jonathan: pênalti. O craque e capitão dos Estados Unidos bateu, a bola rossou a trave e foi parar no fundo das redes. O empate motivou os americanos a procurar a virada ainda no tempo normal. Altidore deu boa arrancada mas parou na excelente saída de Kingson. Aos 30, o ótimo meia Bradley perdeu boa chance em chute da ponta esquerda da área ganesa. Quatro minutos depois, Altidore usou seu porte físico para passar a frente da zaga de Gana e mandar para a fora, na melhor oportunidade de virar a partida. Esse desperdício, mais tarde, custaria caro para os EUA. Os 90 minutos acabaram e a partida foi para o tempo complementar.

Na prorrogação, prevaleceu o time de maior vigor físico, quesito no qual os africanos são imbatíveis. Por esse motivo, logo aos 2 minutos, Gyan recebeu lançamento de Ayew, se livrou de Bocanegra e soltou o pé esquerdo para marcar um golaço, definindo o jogo para Gana. Aos 5 minutos, Feilhaber tentaria novamente o empate, mas foi travado na hora do chute. O restante do tempo mostrou duas equipes cansadas e não houve bons lances. Os africanos limitaram-se a se defender e conseguiram segurar os americanos. Que venha, agora, o Uruguai.

Destaque:

Gyan

Pela terceira vez foi escolhido pela equipe do Southfrica o melhor da partida. Foi discreto durante a partida, mas na hora que a Gana precisou, estava no lugar certo para marcar o gol da classificação

Escalações:

Estados Unidos: Howard, Cherundolo, DeMerit, Bocanegra e Bornstein; Michael Bradley, Clark (Edu), Dempsey e Donovan; Altidore (Gomez) e Findley (Feilhaber). Técnico: Bob Bradley.
Gana: Kingson, Inkoom (Muntari), Pantsil, John Mensah, Jonathan Mensah e Sarpei (Addy); Annan e Kevin-Prince Boateng (Appiah); Kwadwo Asamoah, Ayew e Asamoah Gyan. Técnico: Milovan Rajevac.
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Desde 1970...


Por Pedro Daniel M. Campos

Com dificuldades, Uruguai passa pela Coreia do Sul e vai às quartas de final

Começando as oitavas de final, o Uruguai venceu a Coreia do sul e se classificou para as quartas, feito não realizado há 40 anos.
Se a vitória foi uruguaia, foi a Coreia que começou assustando. Já aos 9 minutos do primeiro tempo Park Chu-Yong cobrou falta e esta bateu na trave esquerda do gol de Muslera. Aos 7 então, o gol do Uruguai. Forlán, que vinha jogando mais como armador, foi até a linha de fundo, cruzou dentro da área, o goleiro Sung-Ryong deixou passar, toda a zaga coreana ficou só olhando e Suarez ficou sozinho na direita tendo so que completar para o gol. 1 a 0.
Apesar do gol, como já nos acostumamos a ver, a seleção sul coreana nã apagou e continuo correndo atrás. Park Chu-Yong se livrou de dois marcadores e chutou cruzado aos 33 minutos. A bola passou perto do gol de Muslera.
O Uruguai ainda teve várias chances com Suarez, principalmente, mas foi aos 44 minutos que o lance mais polémico da partida viria a acontecer. Dentro da área, Maxi Pereira tentou chapelar o Sung-yueng e o meia botou a mão na bola. O juiz não deu nada.

O Segundo tempo começou com uma chance perdida por Park Chu-Yong. O principal jogador da Coreia na partida recebeu a bola sem marcação dentro da grande área após falta e chutou por cima do gol. aos 14, Cha cruzou e o atacante coreano cabeceou para as mãos de Muslera.
Aos 22, após mais uma cobrança da falta, a bola escora no alto para Sung-Yeong, o goleiro uruguaio sai mal e o meia completa para o gol. tudo igual na primeira partida das oitavas de final. Aos 24 minutos Forlan cobrou falta nas mãos do goleiro e na sequência, no contra ataque, Park lançou Ji-Yeong que, sozinho, chutou fraco pra defesa de Muslera.
Aos 27 Suarez recebeu na linha de fundo, Forlán pediu cruzamento na frente do gol, mas o atacante uruguaio preferiu chutar para fora. Essa foi a primeira de uma sequência grande de tentativas do Uruguai de definir a vantagem no placar. aos 35 minutos, após cruzamento batido por Forlán, Lodeiro tocou pra Suarez que se livrou do marcador e chutou colocado e a bola bate na trave antes de balançar as redes. 2 a 1 para a celeste
Aos 41 muitos quase que a Coreia do Sul empata. Park recebeu dentro da área e chutou. O goleiro muslera defendeu mas deixou a bola escapar em direção do gol. Lugano então correu e a tirou da zona de perigo. Fim de jogo e Uruguai nas quartas de final.

Destaque:
Luiz Suarez





O atacante fez os dois gols da partida. Feito que classificou o Uruguai para as quartas de final depois de 40 anos. Porem, apesar dos dois gols, Suarez se mostrou muito individualista e foi um dos principais destaques do Uruguai em não ampliar mais o placar.

Escalações:

Uruguai: Muslera; Maxí Pereira, Lugano, Godin (Victorino) e Fucile; Arévalo, Pérez e Álvaro Pereira (Lodeiro); Forlán, Suárez e Cavani
Técnico: Oscar Tabárez
Coreia do Sul: Sung-Ryong, Du-Ri, Yong-Hyung, Jung-Soo e Young-Pyo; Chung-Yong, Sung-Yueng, Jung-Woo, Jae-Sung (Dong-Gook) e Ji-Sung; Chu-Young
Técnico: Huh Jung Moo


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