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Vão de canguru para casa

Por Pedro Daniel M. Campos

Australia vence Sérvia mas nenhuma das duas se classifica para as oitavas de final
Pelo grupo D a Austrália venceu a sérvia por 2 a 1 mas a vitórias não foi suficiente ara cobrir a derrota por 4 a 0 para a Alemanha na primeira partida.
Os sérvios começaram melhores e aos 6 minutos Krasic recebeu no meio, partiu em velocidade e chutou no canto. Schwarzer espalma. aos 12 minutos uma chance incrível desperdiçada: Em contra ataque, Krasic recebe passe enfiado, invade a área dribla e goleiro e chuta por cima do gol. a Sérvia iria se arrepender de ter perdido essa chance. a servia continuou pressionando e chegou inclusive a fazer um gol, com Krasic, impedimento marcado de forma correta.
No segundo tempo a Austrália parecer reagir mais e aos 18 minutos chegou com perigo. Bresciano bateru na entrada da área e o goleiro Stojkovic foi obrigado a espalmar. Aos 24 a Austrália abre então o placar. Cahill, de cabeça após cruzamento de direita. 1 a 0.
4 minutos depois, Holman recebeu a bola no meio de campo e, com espaço na sua frente, avançou um pouco e chutou de fora. 2 a 0.
Aos 39 foi a vez da Sérvia diminuir. Tosic chutou forte e o goleiro teve que espalmar. Na sobra, Pantelic, que havia entrado no lugar de Zigic, completou para as redes. A sérvia descontava mas o jogo não iria a muito mais que isso. 2 a 1 e ambos voltavam juntas para casa.

Destaque:

Schwarzer







O goleiro veterano da austrália defendeu várias bolas no primeiro tempo e foi um dos principais responsáveis pela servia não ter empatado ou até mesmo virado o jogo.

Escalações:

Austrália: Schwarzer; Wilksihire (Richard Garcia), Neill, Beauchamp e Carney; Culina, Valeri (Holman), Emerton e Bresciano (Chipperfield); Cahill ea Kennedy
Técnico: Pim Verbeek
Sérvia Stojkovic; Ivanovic, Lukovic, Vidic e Obradovic; Ninkovic, Kuzmanovic (Lazovic), Stankovic, Krasic (Tosic) e Jovanovic; Zigic (Pantelic):
Técnico: Radomir Antic


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Alemães terminam em primeiro

Por Guilherme Marçal

Vitória sobre Gana garante os 6 pontos; Africanos se classificam, apesar da derrota


Os alemães conquistaram, na noite de ontem, em Joanesburgo, a classificação para as oitavas-de-final da Copa 2010. O resultado levou os europeus à liderança do Grupo D e seu próximo adversário é nada mais, nada menos que a Inglaterra. Aos ganeses, o placar não foi de todo ruim, pois, com 4 pontos ganhos, o time conseguiu o segundo posto da chave, com 3 gols de saldo a mais que os australianos, que, inesperadamente, venceram a Sérvia por 2 a 1. Na semifinal, a seleção de Gana enfrentará os Estados Unidos.

A Alemanha começou o jogo procurando os espaços pelos flancos deixados pelos ganeses. Cacau e Podolski fizeram as melhores jogadas, esse último, contando com o desvio da zaga para levar real perigo ao gol adversário. Aos 23 minutos, Boateng recebeu boa bola de Gyan, mas se atrapalhou e perdeu boa chance para Gana. Na sequência, Cacau puxou contra-ataque e serviu Özil, que, livre, leve e solto, perdeu gol incrível ao chutar em cima de Kingson. Aos 25, Gyan cabeceou e Lahm salvou a bola em cima da linha com o peito. Aos 30, bela troca de passes alemã, terminando com finalização de Cacau, nas mãos do goleiro ganês. Ainda teve tempo da Alemanha assustar em cobrança de falta de longe de Schweinsteiger. Mas o primeiro tempo acabaria no 0 a 0.

Na volta para o segundo tempo, Gana perdeu excelente chance com Asamoah, que chutou em cima do goleiro Neuer. No primeiro lance agudo da Alemanha na etapa final, o gol. Özil recebeu passe de Müller, ajeitou e soltou a pancada da entrada da área para fazer 1 a 0 para os europeus, com 14 minutos jogados. Na sequência, Gana tentou responder com Gyan, que perdeu gol da pequena área. Aos 20 minutos, Muntari, após passe de calcanhar de Gyan, chutou prensado o que seria o empate ganês. A maior preocupação africana, no entanto, conforme passava o tempo, era o resultado do jogo paralelo, dos sérvios contra os australianos. A emoção do jogo do primeiro tempo deu lugar à dramaticidade da classificação com derrota, comprovada somente ao apito final da outra partida. Lances de perigo não mais aconteceram. No final, as 2 seleções saíram felizes de campo.

Destaque:

Mesut Özil

O excelente meia-atacante do Werder Bremen comandou mais uma vez a seleção alemã, desta vez, marcando o gol decisivo da classificação

Escalações:

Gana: Kingson, Panstsil, Jonathan, Mensah e Sarpei; Annan, Asamoah, Prince Boateng, Ayew (Adiyiah) e Tagoe (Muntari); Gyan (Amoah). Técnico: Milovan Rajevac.
Alemanha: Neuer, Boateng (Jansen), Friedrich, Metersacker e Lahm; Khedira, Schweinsteiger (Kroos), Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Cacau. Técnico: Joachim Löw.
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Gana desperdiça chance de classificação


Por Guilherme Marçal

Africanos não se aproveitam de vantagem numérica desde o primeiro tempo e só empatam contra a Austrália

A seleção de Gana deixou a desejar nessa tarde, em Rustemburgo. A equipe não conseguiu furar a retranca australiana que, apesar de perder seu segundo jogador expulso em 2 partidas, soube segurar o empate. O resultado colocou os ganeses na liderança do Grupo D e levou os australianos ao primeiro ponto da Copa, embora ainda segurem a lanterna.

O jogo começou com as 2 equipes se estudando, até que veio o primeiro lance de perigo da Austrália, ou melhor, o gol. Aos 11 minutos, Bresciano cobrou falta de longe, a Jabulani quicou no chão à frente do goleiro Kingson, ele se atrapalhou e rebateu nos pés de Holman, que não perdoou. 1 a 0 Austrália. Aos 23, no entanto, a Gana tratou de mudar as coisas. Ayew fez linda jogada pela direita e cruzou para Jonathan mandar a bomba. Para seguir a moda da Copa, Kewell tratou de colocar o braço no caminho da bola. Pênalti e cartão vermelho para o aspirante a goleiro. Gyan tratou de colocar a bola na marca e bater seu segundo pênalti na competição, empatando a partida. A Gana cresceu no jogo e quase virou com Tagoe e principalmente Boateng, que obrigou o verdadeiro goleiro australiano Schwarzer a fazer bela defesa. Mas a primeira etapa acabou assim mesmo.

Na segunda parte, o domínio continuou com os africanos, que não souberam aproveitar o homem a mais. Boateng e Gyan assustaram em dois bons chutes. Chipperfield tentou de cabeça colocar o país da Oceania à frente no placar. Gyan reagiu em 2 belas jogadas: primeiro cruzando para Asamoah, que chegou atrasado e perdeu a chance da virada; Depois ele mesmo isolou da entrada da área, após belo passe de Boateng. A Austrália respondeu com Wilkshire, que perdeu ótima chance diante do goleiro Kingson. Aos 46, Abeyie soltou a canhota, mas Schwarzer espalmou. Foi o último lance de real oportunidade de gol para os africanos, que agora lamentam a não classificação antecipada para a segunda fase.

Destaque:

Gyan

Pela segunda vez consecutiva, o melhor em campo, marcando gol de pênalti. Criou as melhores oportunidades, ao lado de Boateng









Escalações:

Gana: Kingson, Pantsil, Jonathan, Addy e Sarpei; Annan, Kevin-Prince Boateng (Amoah), Tagoe (Owusu-Abeyie), Kwadwo Asamoah (Muntari) e Ayew; Asamoah Gyan. 
Técnico: Milovan Rajevac.

Austrália: Schwarzer, Wilkshire (Rukavytsya), Neill, Moore e Carney; Culina, Valeri, Emerton, Holman (Kennedy) e Bresciano (Chipperfield); Kewell. 
Técnico: Pim Verbeek.

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Sérvios surpreendem favorita Alemanha

Por Guilherme Marçal

Após bela estreia, alemães perdem jogador, oportunidades e partida contra a Sérvia

 Na cidade de Porto Elizabeth, a Alemanha começou a segunda rodada da fase de grupos cercada de muita espectativa após o 4 a 0 diante da Austrália. Contudo, quem viu o jogo, quebrou a cara. A Sérvia se impôs e conseguiu vencer a partida. O pior não foi nem a derrota, mas sim a consciência de que os alemães jogaram melhor, tiveram mais oportunidades e, mesmo assim, perderam a partida. Claro, devemos ressaltar que Klose foi expulso, o que é uma grande desvantagem. Mas enfim, vejamos como foi o andamento do jogo.

A primeira etapa já começou com a Alemanha no ataque. Podolski tratou de dar um susto no goleirão Stojkovic, com belo chute de trivela. Sem muitas chances claras de gol, o jogo se arrastou até os 36 minutos, quando Klose mudaria a partida. Para infelicidade dos tricampeões mundiais, ele mudou para pior. O juiz, que destribuíra cartões demais no começo, acabou tendo que apresentar o segundo amarelo ao centroavante alemão e expulsá-lo de campo. A falta, no entanto, não foi tão violenta para ser assim punida. Parece que a saída de Klose acordou os sérvios, que no lance seguinte, marcaram seu gol. Krasic cruzou, Zigic ajeitou e Jovanovic mandou pras redes. Aos 45 minutos, a Alemanha quase se recupera rapidamente dos dois baques em sequência. Khedira manda um bomba no travessão e Müller perde o rebote, chutando em cima da zaga. Fim de tempo, 1 a 0 Sérvia.

Os alemães voltaram mais afim de jogo no tempo complementar, porém abusaram dos gols perdidos. Podolski foi o campeão, perdendo ao menos 3 chances pela esquerda. Isso até Vidic reprisar jogada de seu compatriota Kuzmanovic na primeira partida e colocar a mão na bola dentro da área. Para a sorte do zagueiro sérvio, Stojkovic pegou o pênalti cobrado pelo mesmo Podolski, que vivia um dia atípico. Essa defesa deu moral para os ex-iugoslavos, que quase fizeram o segundo gol com o mesmo Jovanovic. A bola, porém, explodiu na trave direita do goleiro Neuer. Podolski, para variar, perderia outra oportunidade, logo depois. A essa altura, a Sérvia estava atacando com mais perigo. Krasic cruzou da direita para a cabeçada de Zigic, que beliscaria o travessão. Enquanto isso, Podolski tentava a todo custo se redimir da penalidade desperdiçada. Em vão. Já era tarde. Vitória da Sérvia.

Destaque:

Jovanovic

Marcou gol de oportunismo e ainda carimbou a trave alemã. Um jogador de habilidade, que ditou o ritmo do meio-de-campo, ao lado de Krasic.  

Escalações:

Alemanha: Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Badstuber (Mario Gómez); Khedira, Schweinsteiger, Müller (Cacau), Özil (Marin) e Podolski; Klose. Técnico: Joachim Löw.

Sérvia: Stojkovic, Ivanovic, Subotic, Vidic e Kolarov; Kuzmanovic (Petrovic), Ninkovic (Kacar), Stankovic, Krasic e Jovanovic (Lazovic); Zigic. Técnico: Radomir Antic.


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Venceu e convenceu


Por Pedro Daniel M. Campos

Desacreditada após corte de Ballack, Alemanha vence e retorna à lista de favoritas

Se os jogos deste domingo foram sem emoção, o confronto da Alemanha com a Austrália veio para animar o dia. Já no início do primeiro tempo a Austrália começou assustando. Com 3 minutos jogados, Cahill cabeceou, a bola sobrou para Garcia que chutou de frente pro gol e a zaga alemã aliviou. A Alemanha porem, nao ficou quieta e aos 7 minutos Klose chutou cruzado no primeiro lance perigoso alemão. O Gol viria no minuto seguinte. Muller recebeu dentro da área e cruzou pra Podolski chutar forte. O goleiro Schwarzer ainda tentou espalmar mas a força da bola impediu. A partir daí a Alemanha dominou o jogo, gerindo seu ritmo de jogo e controlando totalmente a partida. Liderado por Ozil, substituto de Ballack, a Alemanha jogou tocando a bola em passes longos e lançando os atacantes na velocidade.
Klose, buscando atingir a marca de maior artilheiro em copas, superando Ronaldo com 15 gols, procurava fazer o seu e era visível  empenho da Alemanha nesse feito. Klose desperdiçou duas chances antes de conseguir marcar o seu. Aos 26 minutos, Lahm cruzou pela esquerda e o atacante alemão desviou de cabeça. 2 a 0 Alemanha. Klose ainda enfiou uma bola para Özil que, de frente para o gol, tocou na saída do goleiro e o zagueiro australiano, Neill, tirou a bola de campo. A Alemanha então continuou administrando até o fim do primeiro tempo.

O Segundo tempo começou da mesma forma que terminou o primeiro; A Alemanha geria o jogo e dominava totalmente. Com 10 minutos jogados da segunda etapa, Tim Cahill rasteirou por trás Schweinsteiger e recebeu o primeiro cartão vermelho direto da copa.
A Alemanha, mesmo com um jogador a mais, continuou no mesmo ritmo de jogo e só aos 21 minutos, Klose, numa tabela cm Podolski, chutou para fora. O Gol viria logo a seguir. O garoto Müller recebeu na entrada da área, cortou o zagueiro e chutou cruzado para fazer o terceiro da Alemanha. Cacau, brasileiro naturalizado alemão que entrou no lugar de Klose, ainda fez o 4º após cruzamento de Özil.
Com o jogo controlado, os alemães apenas administraram o resultado até o final.

Destaque:

Özil




Meia habilidoso e rápido foi o principal destaque na criação de chances de gol da seleção alemã. 




Escalações:

Alemanha: Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Badstuber; Khedira, Schweinsteiger, Ozil (Mário Gómez), Muller e Podolski (Marin); Klose (Cacau)
Técnico: Joachim Löw. 
Austrália: Schwarzer; Wilkshire, Moore, Neill e Chipperfield; Valeri, Grella (Holman), Emerton (Jedinak), Culina e Garcia (Rukavytsya); Cahill
Técnico: Pim Verbeek.
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Ganeses surpreendem Sérvia

Por Guilherme Marçal

Em jogo de bom toque de bola, Gana obtém primeira vitória para os africanos no Mundial




O primeiro período mostrou duas equipes tocando muito a bola, mas com pouca objetividade. Lances de perigo foram poucos, como uma cobrança de falta de Kolarov, um chute de Asamoah e um cruzamento de Ayew. Os africanos, no entanto, se destacaram pela maior movimentação e pela velocidade, ainda que não estivessem contratacando com tanta eficiência. Sem muita emoção, chagou  a hora do intervalo.

Na segunda etapa, o jogo mudou muito, para melhor. Aos 7, Tagoe cruzou para cabeçada perigosa de Ayew. Aos 13, a Sérvia respondeu com Pantelic, que cruzou para o grandalhão Zigic perder um gol incrível, ao chutar de tendão de aquiles na pequena área diante do goleiro Kingson. Gyan, o melhor de Gana, cabeceou na trave aos 14. Após 20 minutos de jogo morno, Lazovic fez bela jogada pela esquerda e cruzou. Pantelic furou bisonhamente e Krasic veio de trás para mandar um foguete, defendido por Kingson. Finalmente, aos 37, o lance do gol. Em cruzamento na área, Kuzmanovic enfiou a mão na bola e reclama até agora não sei de quê. Queira ele ou não, pênalti para Gana. Gyan bateu bem e fez 1 a 0, com direito a coreografia a la Santos. O mesmo Gyan, impossível, ainda acertou a trave de novo nos acréscimos, mas o placar já estava definido: 1 a 0.

Destaque:

Gyan

Responsável por duas bolas na trave e pelo gol da vitória, marcado de pênalti

Escalações:

Sérvia: Stojkovic, Ivanovic, Vidic, Lukovic e Kolarov; Milijas (Kuzmanovic), Stankovic, Krasic e Jovanovic (Subotic); Pantelic e Zigic (Lazovic).Técnico: Radomir Antic.

Gana: Kingson, Pantsil, Vorsah, Sarpei e Mensah; Annan, Boateng (Addy) e Ayew; Tagoe, Gyan (Abeye) e Asamoah (Appiah). Técnico: Milovan Rajevac.
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