Mostrando postagens com marcador Grupo F. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grupo F. Mostrar todas as postagens

Classificação Paraguaia

Por Pedro Daniel M. Campos

Paraguai se classifica mas só empata com a Nova Zelândia


 Pelo grupo F, o Paraguai, líder do grupo, não ficou em nada além de um empate com a Nova Zelândia, eliminada com 3 empates; feito histórico para a história da seleção.
O Paraguai começou bem na partida, atacando desde o início do jogo. Por sua vez, a Nova Zelândia jogava como nos últimos jogos; atrás buscando a saída pelo contra ataque na velocidade. Aos 4 minutos a primeira chance do time da Oceania. Smeltz recebeu pela esquerda, dominou e chutou por cima do gol de Villar.
aos 12, mais uma chance neozelandesa para surpresa dos paraguaios. Lockhead cruza pra dentro da área, a bola passa com perigo procurando fallon na frente do gol mas Villar segura. 
O Paraguai só viria a assustar aos 29 minutos. Após troca de passas, Caniza recebe e chuta de fora. A bola passa perto do travessão do goleiro Paston.
Não houve muita emoção no primeiro tempo e a esperança ficou para o segundo tempo mesmo.

Se era esperado o segundo tempo ser melhor,. ficamos apenas na esperança. O Paraguai voltou melhor e teve duas chances de gol. Uma com Caceres, após bola solta dentro da grande área, e outra com Benitez que chutou, Paston espalmou e na sobra Barrios tentou completar mas o arbitro marcou falta de ataque do Paraguai.
Sem muita mais emoção; uma classificação paraguaia para os lideres do grupo. 
Com 5 pontos o Paraguai passou e enfrentará o Japão, enquanto que, com 4 pontos a Eslováquia vai enfrentar a Holanda nas oitavas de final.

Destaque:

Nelson Valdez
O atacante perdeu imensas chances, errou vários passes e foi uma das piores atuações em campo neste jogo emocionante (é piada).

Escalações:

Paraguai: Villar; Bonet, Caniza, Paulo Da Silva e Morel Rodríguez; Riveros, Víctor Cáceres e Vera; Valdez (Benítez), Santa Cruz e Cardozo (Lucas Barrios)
Técnico: Gerardo Martino
Nova Zelandia: Paston; Reid, Nelsen e Vicelich e Smith; Bertos, Fallon (Wood), Elliot, Lochhead e Killen (Brockie); Smeltz
Técnico: Ricki Herbert

Veja mais

Azzurra volta para casa

Por Guilherme Marçal

Após derrota para a Eslováquia, Itália se despede do Mundial na última colocação da chave


A Itália está fora. Após mais uma atuação ruim, os atuais campeões do mundo deram adeus à competição. Como se não bastasse, ainda seguraram a lanterna do Grupo F, atrás até mesmo da Nova Zelândia, com 2 pontos. Com todo respeito, quem consegue ficar atrás dos neozelandeses com toda a história que possui, não merece coisa melhor. O resultado rendeu aos eslovacos a classificação para as oitavas-de-final em sua primeira participação em Copas. O adversário, no entanto, não será nada fácil: a invicta Holanda. Embalados pela boa vitória diante dos tetracampeões mundiais, os eslovacos prometem fazer jogo duro com a Laranja. Veremos.

A primeira etapa mostrou uma Eslováquia muito bem postada em campo, contrastando com os italianos, nervosos e com péssimo toque de bola. Hamsik perdeu ótima chance, aos 5 minutos, chutando para fora na cara do gol. Sem muitas oportunidades, os eslovacos jogaram no erro dos italianos. E foi exatamente assim que eles abriram o placar. De Rossi errou passe na saída de bola, Kucka se aproveitou da falha e deixou Vittek sozinho para mandar no canto direito do fraco goleiro Marchetti. Aos 34, Strba arriscou uma bomba de longe que raspou a trave italiana. Aos 47, Kucka recebeu de Vittek e emendou de primeira um lindo chute que passou muito perto. Dominando o jogo, a Eslováquia desceu para o intervalo. Só ela, pois a Itália parecia ainda estar fazendo o reconhecimento do gramado.

A entrada de Quagliarella mudou a partida a favor da Itália. Desde o início, era perceptível que os italianos tinham mudado a postura. Após perder várias chances claras, a Itália protagonizou um lance polêmico: Quagliarella chutou para o gol e Skrtel tirou em cima da linha...ou seria já dentro do gol? Nem 32 câmeras conseguiram definir. O que importa é a decisão do juiz pela não marcação do gol. Mesmo melhor, a Itália deixou a Eslováquia chegar por duas vezes: na primeira, Stoch chutou com perigo; na sequência, a fatalidade. Hamsik pegou rebote de seu próprio cruzamento e encontrou o artilheiro Vittek, que se antecipou a Chiellini e ampliou o marcador. Aos 35, a reação da Azzurra. Quagliarella fez excelente tabela com Iaquinta, chutou e, no rebote, Di Natale mandou pra redes: 2 a 1. Quatro minutos depois, mais polêmica: Quagliarella, sempre ele, faria o gol de empate, não fosse a marcação correta do impedimento. O drama italiano piorou aos 43, quando, após cobrança de lateral, Kopunek deixou a zaga para trás e chutou por cima de Marchetti: 3 a 1 Eslováquia. Ainda daria tempo para Quagliarella mandar por cobertura para fazer um belo gol e dar algum motivo para os italianos se orgulharem na Copa: possuir um dos mais lindos tentos, até agora. Após o gol, o apito final. Os italianos voltam para casa e aliviam a nação brasileira, pois não mais ameaçam empatar em número de títulos. Aos eslovacos, meus sinceros parabéns, mas do jeito que a Itália estava, até um agregado do Sportv era capaz de ganhar. Dito isso, que venham as oitavas...para a Eslováquia.

Destaque:

Quagliarella

Disparado o melhor em campo. Entrou no segundo tempo, participou de todos os lances de perigo da Itália e é o único que merece algum cumprimento quando voltar para seu país

Escalações:

Eslováquia: Mucha, Pekarik, Srktel, Durica e Zabavnik; Strba (Kopunek),  Kucka, Stoch e Hamsik; Jendrisek (Petras) e Vittek (Sestak). Técnico: Vladimir Weiss.

Itália: Marchetti; Criscito (Maggio), Chiellini, Cannavaro e Zambrotta; Montolivo (Pirlo), Gattuso (Quagliarella) e De Rossi; Pepe, Iaquinta e Di Natale. Técnico: Marcello Lippi.
Veja mais

Mais um empate


Por Pedro Daniel M. Campos

Itália volta a decepcionar e só empata com a Nova Zelândia


Depois de um empate com o Paraguai na primeira rodada, a Itália voltou a chamar a atenção negativamente com o empate com a nova Zelândia.  Se o empate já não era bom, o susto de ver a Nova Zelândia abrir o placar aos 6 minutos do primeiro tempo não começaria bem essa partida para os italianos. A bola é levantada na área, o atacante neozelandês, desvia de cabeça, Cannavaro furou e Smeltz, impedido, abriu o placar. Com o gol tomado, a Itália tentou tomar o controle do jogo mas o neo zelandezes não deixaram de atacar. 
Aos 21 minutos Zambrotta chutou de fora e a bola passou perto do ângulo. A Itália estava mais perto do primeiro do que a nova Zelândia de ampliar. Aos 27 minutos De Rossi tem sua camisa puxada dentro da área e o juiz marca penalti. Iaquinta cobra e empata o placar. 1 a 1. A Itália então se motivou e teve mais chances de fazer o segundo.

No segundo tempo a Nova Zelândia conseguiu voltar a dividir a posse de bola com a atual campeã mundial. Principalmente pela esquerda, com Bertos, a equipe oceânica chegava bem e teve duas chances claras com Vicelich. Uma de fora da área e outra desviado a bola após escanteio. 
Aos 33 minutos Iaquinta cabeceia após escanteio mas Reid defende encima da linha. A ultima jogada de perigo da Itália que, mesmo insistindo, atacava mas não conseguia nada. Aos 37, Wood, que tinha acabado de entrar, driblou Cannavaro e chutou cruzado, passando perto da trave esquerda de Marchetti. O jogo ficou por isso; um empate decepcionante para a Itália.

Destaque:
 

Cannavaro










O zagueiro mereceu estar aqui não só por esse jogo mas sim pelo conjunto. O capitão que levantou a taça em 2006 voltou a falhar na jogada que originou o gol do adversário. Antes isso já tinha falhado no lance que originou o gol do Paraguai.




Escalações:


Itália: Marchetti, Zambrotta, Chiellini, Cannavaro e Criscito; Pepe (Camoranesi), De Rossi, Montolivo e Marchisio (Pazzini); Iaquinta e Giladirno (Di Natale).
Técnico: Marcello Lippi.

Nova Zelândia: Paston, Reid, Nelsen, Smith e Vicelich; Lochhead, Elliot, Bertos e Fallon (Chris Wood); Smeltz e Killen (Barron).
Técnico: Ricki Herbert.

Veja mais

Paraguai perto da segunda fase


Por Guilherme Marçal

Vitória sobre a Eslováquia leva os sul-americanos ao primeiro lugar do Grupo F




Nessa tarde em Bloemfontein, os paraguais conquistaram seu primeiro triunfo na competição. Dominando o jogo, o time não deu chance aos eslovacos, que agora sustentam a última posição do Grupo F, com apenas 1 ponto. No entanto, ainda há chance de classificação para os europeus, após o empate entre Itália e Nova Zelândia.

Desde o início, o Paraguai soube se impor. Roque Santa Cruz, Riveros, Lucas Barrios e Valdez testaram o goleiro Mucha, que mostrou segurança e bom posicionamento. O gol era questão de tempo. Quando o time resolveu invadir a área adversária, foi eficiente. Aos 28 minutos, Barrios deu ótimo passe para Vera, que chutou prensado pela zaga na saída do goleiro e marcou o primeiro para o Paraguai. A Eslováquia não levava o menor perigo à meta do goleiro Villar. Enquanto isso, Santa Cruz faria o segundo gol, se não fosse bela intervenção do arqueiro eslovaco. Com gosto de quero mais, os paraguaios desceram para o vestiário.

Na segunda etapa, o Paraguai desacelerou um pouco, mas sem deixar de controlar a partida. Vera quase marcou novamente em cabeçada que raspou a trave de Mucha. Torres arriscou de longe e também deu trabalho. Somente aos 41 a equipe da América do Sul resolveu decidir o jogo. Após falta cobrada pro Torres, Da Silva ajeitou para Riveros soltar a canhota e fechar o placar. Só então a Eslováquia resolveu buscar o empate, com Vittek mandando um chute quente para bela defesa de Villar. Não dava mais tempo para nada. Paraguai 2 a 0.

Destaque:



Enrique Vera

O volante fez ótima partida, marcou seu gol, ao se arriscar no ataque e poderia ter feito outro, ao cabecear com perigo. Também foi bem na marcação

Escalações:



Eslováquia: Mucha, Pekarik, Skrtel, Salata (Stoch) e Durica; Streba, Hamsik, Kozak e Weiss; Sestak (Holosko) e Vittek. Técnico: Vladimir Weiss.

Paraguai: Villar, Bonet, Da Silva, Alcaraz e Morel; Caceres, Vera (Barreto) e Riveros; Valdez (Torres), Santa Cruz e Barrios (Cardozo). Técnico: Gerardo Martino.
Veja mais

Deu para ver...

Por Guilherme Marçal


Em jogo válido pelo Grupo F, Nova Zelândia empata no fim e conquista seu primeiro ponto na história das Copas


Considerado por muitos o jogo menos esperado da primeira fase, Nova Zelândia e Eslováquia foi um jogo interessante, com gols e alguma emoção, o que foi suficiente para superar alguns dos jogos de grandes seleções na Copa 2010. Se a técnica não foi a palavra-chave da partida, empenho e jogadas aéreas não faltaram. Esse resultado deixou tudo igual no Grupo F, sem posições definidas, após o empate também em 1 a 1 entre Itália e Paraguai.

A primeira etapa não foi das mais empolgantes. O jogo começou morno e só foi possível detectar lances de perigo nos 15 minutos pré-intervalo. Pela Eslováquia, Sestak, Vittek e Hamsik assustaram o atabalhoado goleiro Paston em chutes de longe. A única chance neozelandesa veio dos pés de Smeltz, que obrigou Mucha a praticar bonita defesa. E foi só.

O intervalo parece ter acordado os dois times, que voltaram muito mais dispostos para a segunda parte. Logo aos 5 minutos, a Eslováquia abriu o marcador. Sestak cruzou na área para Vittek, impedido, cabecear com categoria. 1 a 0. O mesmo Vittek ainda perderia 2 chances claras de gol, as quais seriam fatais para fechar o placar com tranquilidade. A Nova Zelândia, por sua vez, só resolveu sair para o jogo nos 5 minutos finais. Primeiro num lançamento para cabeçada errada de Lochhead. Era apenas um ensaio. Isso porque, no último lance do jogo, o zagueiro Reid recebeu cruzamento da esquerda e testou no canto de Mucha, fazendo 1 a 1, para desespero dos eslovacos (e do autor que vos escreve, que apostara no bolão a vitória da Eslováquia). Final de jogo: 1 a 1.

Destaque:

Vittek


O atacante marcou o gol da Eslováquia e criou as melhores chances do time. Só pecou na demora para concluir algumas jogadas

  

Escalações: 

Nova Zelândia: Paston, Reid, Nelsen, Smith e Vicelich (Christie); Lochhead, Elliott, Bertos e Fallon; Smeltz e Killen (Wood). Técnico: Ricki Herbert.

Eslováquia: Mucha, Zabavnik, Skrtel, Durica e Cech; Strba, Weiss (Kucka) e Hamsik; Jendrisek, Vittek (Stoch) e Sestak (Holosko).Técnico: Vladimir Weiss.
Veja mais

Itália só empata


Por Pedro Daniel M. Campos

Campeã do mundo é surpreendida por Paraguai mas o jogo termina 1 a 1


Na Cidade do Cabo foi realizado o jogo que abre o grupo F; Italia e Paraguai.

O jogo, como a maioria dos já passados, foi cansativo e sonolento. Os dois times procuravam tocar a bola e marcar encima, de maneira a não deixar o adversário jogar. O primeiro tempo foi um jogo fechado, preso ao meio de campo com a atual campeã ligeiramente melhor, mas, apesar disso, foi o Paraguai que abriu o placar. Já no final do primeiro tempo, Torres cobrou falta e Alcaraz subiu mais que Cannavaro para cabecear ao gol.

Na volta para o segundo tempo fomos surpreendidos pela substituição do goleiro Buffon. Aparentemente, o goleiro italiano sofreu dores nas costas e não podia continuar, sendo melhor substitui-lo. Já vencendo, foi o Paraguai que voltou com mais perigo.Aos 8 minutos, Caceres pegou de primeira a bola e chutou, passando perto do ângulo do goleiro Marchetti. 
Aos 16 minutos a Itália reagiu: Pepe cruzou escanteio e a bola sobrou pra De Rossi, na segunda trave, desviar para o gol. 1 a 1. 
O jogo então continuou fechado, disputado e com muitas infrações no meio de campo. No final do jogo Montolivo chutou de fora da área, recurso muito pouco usado nessa copa, e fez o goleiro Villar espalmar a bola para escanteio. O confronto entre os dois favoritos para passar de fase no grupo F, nao foi convincente.


Destaque:

Alcaraz







O zagueiro paraguaio fez o gol do seu time e foi um dos responsáveis pela consistência defensiva do Paraguai.

Escalações:

Itália: Buffon (Marchetti); Zambrotta, Cannavaro, Chiellini, Criscito; Montolivo, De Rossi, Marchisio (Camoranesi); Iaquinta, Gilardino (Di Natale), Pepe
Técnico: Marcello Lippi 
Paraguai: Villar; Bonet, Paulo Da Silva, Alcaraz, Morel Rodriguez; Vera, Victor Caceres, Riveros, Aureliano Torres (Jonathan Santana); Nelson Valdez (Oscar Cardozo) e Lucas Barrios (Santa Cruz)
Técnico: Gerardo Martino
Veja mais